Hidroterapia é uma excelente opção para quem é acometido pela artrose
Você sabia que nada menos do que 10% de toda a população mundial sofrem de alguma doença reumática?
Uma das mais comuns doenças reumáticas é a osteoartrite, mais conhecida como artrose. A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) informa que 20% dos adultos brasileiros são acometidos pela doença, sendo uma das principais causas de incapacidade e afastamento do trabalho.
A artrose provoca dores nas articulações dos joelhos, do tornozelo, da coluna e dos quadris. Trata-se do desgaste da cartilagem e alterações ósseas, sendo que mais de 60% das pessoas acima dos 60 anos são acometidos pela doença.
- No começo, a artrose pode não apresentar sintomas, sendo diagnosticada por meio de exame radiográfico. O principal sintoma da doença é a dor, que começa apenas com a movimentação da articulação afetada, melhorando com descanso, mas que pode progredir para dores intensas até mesmo no repouso.
O paciente pode apresentar diminuição dos movimentos, ruído na articulação (crepitações), inchaço na articulação, deformidades e falta de firmeza ao realizar movimentos- explica o Dr. Eduardo Sadigurshci, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Hidroterapia no tratamento da Artrose
Além do uso de medicamentos específicos, no CREB são adotados protocolos que incluem hidroterapia, em piscinas próprias da clínica adequadamente aquecidas, e acupuntura, além de pilates terapêutico, RPG e fisioterapia.
- O impacto do exercício físico pode ser um fator limitante para muitos pacientes, mas o trabalho feito dentro da água, aquecida, supervisionado por profissionais, traz muitos resultados positivos. Não se pode esquecer de adotar uma alimentação regrada, o que é muito importante – finaliza o médico do CREB.
CREB dispõe de Crioterapia Ativa
Pioneirismo na Crioterapia Ativa
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – foi a primeira clínica a oferecer um novo equipamento para o tratamento e recuperação mais completa para as lesões musculoesqueléticas e recuperação pós-cirúrgica: a união da compressão ativa à Crioterapia, por meio do Game Ready, que pode ser utilizado para a coluna vertebral, bem como em todas as articulações.
Segundo Handerson Meurer, Coordenador de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, a crioterapia ativa deve ser utilizada em pacientes em pós-operatório, é capaz de promover uma recuperação mais eficiente, livre de analgésicos, acelerando a cicatrização.
- Essa técnica ajuda a eliminar os edemas, aumenta o poder de recuperação, melhora o processo de cura dos tecidos pelo aumento do fluxo sanguíneo e otimiza a drenagem linfática da área afetada, ajudando a reduzir a dor e o edema – explica ele.
De acordo com Handerson, a técnica também diminui o metabolismo celular, ajudando a minimizar lesões secundárias do tecido, oferece uma recuperação mais rápida, diminui significativamente a inflamação e da dor, resultando na menor necessidade de analgésico e permite uma maior comodidade no tratamento, eliminando a necessidade de utilização de sacos de gelo.
Reumatologista do CREB dá 10 dicas que devem ser seguidas à risca na terceira idade
A osteoporose traz o enfraquecimento do osso, tornando-o vulnerável diante de pequenos traumas. Uma leve queda pode ter consequências terríveis, como a fratura do fêmur, por exemplo. Doença assintomática, ou seja, sem sintomas, a osteoporose é lenta...
A osteoporose traz o enfraquecimento do osso, tornando-o vulnerável diante de pequenos traumas. Uma leve queda pode ter consequências terríveis, como a fratura do fêmur, por exemplo. Doença assintomática, ou seja, sem sintomas, a osteoporose é lenta e progressiva. É considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes só é diagnosticada quando acontecem fraturas, principalmente nos ossos do punho, colo do úmero, quadril e coluna vertebral.
As quedas são a sétima maior causa de morte para pessoas acima de 65 anos
Estatísticas apontam que 40% das mulheres acima dos 50 anos vão desenvolver osteoporose em algum momento de suas vidas, porém apenas três em cada dez vão ter a doença devidamente diagnosticada. As quedas são a sétima maior causa de morte para pessoas com idade acima de 65 anos. Assim, todo cuidado é pouco para os portadores da doença.
Ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refratura da clínica), o Dr. Bernardo Stolnicki preparou dez dicas que devem ser seguidas à risca na terceira idade. São elas:
1• É extremamente importante contar com um abajur ou um interruptor de luz ao lado da cama. O idoso deve alcançar o abajur ou o interruptor sem sair da sua própria cama.
2• Luzes noturnas devem ser utilizadas sempre no quarto, banheiros e corredor.
3• No caso de escadas em casa, instale corrimãos dos dois lados da parede.
4• Instale barras de apoio no box, na banheira e onde está localizada a privada.
5• Opte por um assento de vaso sanitário elevado. É fácil encontrar este produto em lojas especializadas.
6• Utilize calçados com sola que não escorregue. Nunca use salto alto. Também jamais ande apenas de meias e evite andar descalço.
7• Jamais suba em uma cadeira para pegar algo no alto de um armário, por exemplo. Outra pessoa poderá fazer essa tarefa, nunca o idoso.
8• Evite tapetes. No banho, use apenas tapetes com ventosas, que garram no chão.
9 • Nunca deixe fios expostos pelo caminho.
10• A noite, a primeira coisa a fazer ao chegar em casa é acender a luz da sala. Jamais ande no escuro.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
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